domingo, 25 de setembro de 2011

Tunél do tempo

Caraca, 2008 haha.

Pequena menina

Uma menininha sonhadora
quer dispertar sua mocidade,
mas não sabe por onde começar

Ela se achou tão diferente, e é só mais um ser diferente.
Simples, desconhecidamente carinhosa e amorosamente adormecida

É fragil como uma joaninha,
mas talvez não tão bela quanto as flores;
sua cabeça age conforme um pássaro,
livre sem nenhum obstáculo para sonhar;
um coração como uma formiga,
sempre duvidando de sua força

E ela não precisa de um foguete para sentir-se nas nuvens,
nem próxima ao sol para o amor nutrir sua vida.
Diante de tanta burrice, ela só não qur viver um amor à fugas

Inocentemente, mandou uma carta sem destinatário
esperando a resposta do amor desconhecido...

Thamiris de Oliveira 23/09/08

Sequela...

Nóó, que sequela.. Fui escrever algo em relação a Laissez-faire e viajei, haha. Ás vezes penso muito rápido e não dá pra escrever tudo.
Mas mantenho do jeito que está.
Deixai fazer...

Laissez-faire

Para o meu acordar
a livre vontade do sono despertar

Durante o dia,
utopias sambando em sintonia
com ideologias dentro de uma mochila

No meu programa de transição
preciso de ativistas para meu corpo,
vanguardas no sexo;
a massa está presente em toda minha vontade;
proletários que ajudem a construir minha riqueza,
para também saber usufruí-la

Na vida,
camaradas de amizade,
militando confiança,
carinho, admiração, tesão.
Ajudando a levantar nossas bandeiras
gritadas, apedrejadas
de querer amar e (se) libertar

Por mim,
por você,
por elas, eles.
Nosso abraço coletivo

Deixai fazer na minha (des)organização

Thamiris de Oliveira 24/09/11

Acabei modificando hahahaha

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Rabiscos...

Pensamento sem tempo

Cansei. Estou cansada de enxergar - pouco ou muito - e não ser vista pelo que os olhos não podem ver. Não quero mais ser capturada por aquilo que me sobressai fisicamente; por meu querer ser alguém.

Não entendo o não dispertar da mais desinteressada à mais vadia, e principalmente, estimular intelectos que se juntem aos meus, camaradamente, confiantemente, para rir ou chorar, que me faça utilizar EMOÇÕES! Que me faça explorar; nunca subjugar a mim e quaisquer. Que para a ação ter reação, eu funciono com a emoção, (principalmente) minha ou sua, mas que se não tiver, continuar-me-ei uma estátua voltada a esses olhos que não conseguem (me) ver.

O que faço?

Não tenho tempo para gozar da vida. E no escandaloso tic-tac que me poem insônia - acordada ou dormindo - esses ecos de confusão não me deixam pensar; e quando enfim, um pensamento se sobressai, ele só caminha pràqueles com olhos que não me vêem.

Gostaria muito de saber o problema comigo, mas talvez ele seja tão simples que procuro tanto e talvez nao esteja em mim: a falta de amor nas pessoas. Misturado na falta de tempo.

Tempo de amar, pensar e crescer.

Thamiris de Oliveira 12/09/11

sábado, 4 de junho de 2011

Porcariaszinhas que se escreve

Navegadora

Como toda curiosa, fascinei-me e corri atrás. Deixando para trás minha terra de tabus primitivos, guiando-me nas novas luzes de pensamento à navegar.
Peguei meu barco e fui explorar - não tão pacificamente, fazendo tempestado em meu oceano d`agua (mas que culpa tenho eu de ser estressada?).
Eu indico a brisa que ativa meus mapas do céu estrelado de neurônios para enfeitar...
O sentido da aventura é teoria e prática. E prática.

Thamiris de Oliveira 01/06/11

Bem incompleto.

 

Códigos secretos

Um jogo de 4 incógnitas
todas parecida e sempre interrompidas,
assustam durante o jogo,
e o final é sem fim

Acorda meu insconciente
e também o bota a dormir.
Sem significado, contexto
sentido, cenário
esbarrando na nossa insônia:
cenas
(dramáticas ou não)
de atrizes num pequeno Romeu e Julieta,
que se beijam
e morrem
(ou acordam).

Não tenho tempo para lançá-la em meus dados
Minhas tentativas darão números baixos

1 dado lançado
4 vezes
em um sonho de baralhos
tentando entender essas tais magias carteadas

Thamiris de Oliveira 04/05/11

domingo, 15 de maio de 2011

Ah

Não sei mexer nesta droga.

Bendita aula de psicologia social

Pequeno engano

Eu não namoro.
Vejo minha namorada.

Às vezes...

13/05/11