sábado, 4 de junho de 2011

 

Códigos secretos

Um jogo de 4 incógnitas
todas parecida e sempre interrompidas,
assustam durante o jogo,
e o final é sem fim

Acorda meu insconciente
e também o bota a dormir.
Sem significado, contexto
sentido, cenário
esbarrando na nossa insônia:
cenas
(dramáticas ou não)
de atrizes num pequeno Romeu e Julieta,
que se beijam
e morrem
(ou acordam).

Não tenho tempo para lançá-la em meus dados
Minhas tentativas darão números baixos

1 dado lançado
4 vezes
em um sonho de baralhos
tentando entender essas tais magias carteadas

Thamiris de Oliveira 04/05/11

domingo, 15 de maio de 2011

Ah

Não sei mexer nesta droga.

Bendita aula de psicologia social

Pequeno engano

Eu não namoro.
Vejo minha namorada.

Às vezes...

13/05/11

sábado, 14 de maio de 2011

Bendita aula de psicologia social

Ambas

Camarada de afins
Continue comigo nesta luta.
No mesmo espaço de revolução,
Grite protestos
Grite prazer

E no meio do caminho,
Se estiver tão cansada,
Não se preocupe que ponho-te a sonhar
Tentando mudar essa realidade alienada
E quando acordar,
Posso estender um pano vermelho de liberdade

13/05/11 Thamiris de Oliveira

Nota: apto à mudanças.

BENDITA AULA DE PSICOLOGIA SOCIAL

Sabe aquelas aulas que não servem para você? Pelo menos arranjei algo para fazer no dia...


Pegadinha

Quem é mais (agora não me vem nenhum eufemismo) idiota? (Certamente não ele). O Rapaz, quase comparado a um menino de 16 anos; a rapariga atraente, interessante, atraída pela loucura dos outros; ou uma pessoa alheatória com vontades alheias, querendo essa idiota querendo outro idiota?
Quem é mais idiota?
(E me parece que o idiota é que se saiu bem).

Achados e perdidos..

O vento inventou
O sopro das sedes
Com águas raras
De limpeza d`alma
Ja que sou evaporada
Ao encontro do vento
Que inventou

O eco que calou
Metros de barreiragem
Que levo na bagagem
Que assopro e acendo

?/?/11 - Thamiris de Oliveira

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

 

Luxo

A gente sempre muda. A gente continua a mesma coisa. Ta tudo indo, graças a Deus...

Em que tempo estamos agora? Não sei se passei pelo tempo, ou se ele passou por mim. Mas é engraçado. De maneira, até nostálgico. Naquelas dores histéricas de adolescentes virgens de amor, com dúvidas de boca de criança sem respostas nem nada. E sendo marginalizadas, nem conseguindo expressar-se na minha própria exclusão social/inclusão marginal. Então aqui estou.

Costumava mendigar afagos, mas na verdade o que vinha era gota suicida, pingando sempre, toda hora. Toda hora não, mas em momentos; e é chato pra caramba.

Dei-me ao luxo de ter juntado esmola, pra poder ter um amor grandão. Aí tive o amor. Só que mesmo assim continuo mendigando...

Mas nesse país tem monogamia, moralismo, teoria e prática, certo, errado, ao inverso, incerto. Relativo.

É... Continuo com cabeça de Emília, mas sem conseguir vomitar palavras...

Estou (sou) no passado? Que deve ter passado por agora. Pra trazer um presente. Dou-me ao luxo de querer saber o que será.

Thamiris de Oliveira 21/02/11