sábado, 14 de maio de 2011
Bendita aula de psicologia social
Camarada de afins
Continue comigo nesta luta.
No mesmo espaço de revolução,
Grite protestos
Grite prazer
E no meio do caminho,
Se estiver tão cansada,
Não se preocupe que ponho-te a sonhar
Tentando mudar essa realidade alienada
E quando acordar,
Posso estender um pano vermelho de liberdade
13/05/11 Thamiris de Oliveira
Nota: apto à mudanças.
BENDITA AULA DE PSICOLOGIA SOCIAL
Pegadinha
Quem é mais (agora não me vem nenhum eufemismo) idiota? (Certamente não ele). O Rapaz, quase comparado a um menino de 16 anos; a rapariga atraente, interessante, atraída pela loucura dos outros; ou uma pessoa alheatória com vontades alheias, querendo essa idiota querendo outro idiota?
Quem é mais idiota?
(E me parece que o idiota é que se saiu bem).
Achados e perdidos..
O sopro das sedes
Com águas raras
De limpeza d`alma
Ja que sou evaporada
Ao encontro do vento
Que inventou
O eco que calou
Metros de barreiragem
Que levo na bagagem
Que assopro e acendo
?/?/11 - Thamiris de Oliveira
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Luxo
A gente sempre muda. A gente continua a mesma coisa. Ta tudo indo, graças a Deus...
Em que tempo estamos agora? Não sei se passei pelo tempo, ou se ele passou por mim. Mas é engraçado. De maneira, até nostálgico. Naquelas dores histéricas de adolescentes virgens de amor, com dúvidas de boca de criança sem respostas nem nada. E sendo marginalizadas, nem conseguindo expressar-se na minha própria exclusão social/inclusão marginal. Então aqui estou.
Costumava mendigar afagos, mas na verdade o que vinha era gota suicida, pingando sempre, toda hora. Toda hora não, mas em momentos; e é chato pra caramba.
Dei-me ao luxo de ter juntado esmola, pra poder ter um amor grandão. Aí tive o amor. Só que mesmo assim continuo mendigando...
Mas nesse país tem monogamia, moralismo, teoria e prática, certo, errado, ao inverso, incerto. Relativo.
É... Continuo com cabeça de Emília, mas sem conseguir vomitar palavras...
Estou (sou) no passado? Que deve ter passado por agora. Pra trazer um presente. Dou-me ao luxo de querer saber o que será.
Thamiris de Oliveira 21/02/11
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Depois de tanto tempo, mas nada demais
Pensamentos,
desejos,
fragilidade,
poesias,
delas
em mim
Despertam sua sexualidade,
uma risada,
um afago,
a puta de mim
num par de braços
em meu lugar pulsador à banho Maria;
e a Emília de mim
em outros abraços.
Num vácuo de peripécias desentendidas
Thamiris de Oliveira 31/01/2011
domingo, 12 de dezembro de 2010
Minha Flor, Meu Bebê
Cazuza
Composição: Cazuza / Dé / Bebel GilbertoDizem que tô louco
Por te querer assim
Por pedir tão pouco
E me dar por feliz
Em perder noites de sono
Só pra te ver dormir
E me fingir de burro
Pra você sobressair
Dizem que tô louco
Que você manda em mim
Mas não me convencem, não
Que seja tão ruim
Que prazer mais egoísta
O de cuidar de um outro ser
Mesmo se dando mais
Do que se tem pra receber
E é por isso que eu te chamo
Minha flor, meu bebê
E falam pro meu bem
Os meus amigos todos
Será que eles não entendem
Que quem ama nesta vida
Às vezes ama sem querer
Que a dor no fundo esconde
Uma pontinha de prazer
E é por isso que eu te chamo
Minha flor, meu bebê
sábado, 11 de dezembro de 2010
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Medieval
Cazuza
Composição: Cazuza / Rogério MeandaVocê me pede
Pra ser mais moderno
Que culpa que eu tenho
É só você que eu quero
Às vezes eu amo
E construo castelos
Às vezes eu amo tanto
Que tiro férias
E embarco num tour pro inferno
Será que eu sou medieval?
Baby, eu me acho um cara tão atual
Na moda da nova Idade Média
Na mídia da novidade média
Olha pra mim, me dê a mão
Depois um beijo
Em homenagem a toda
Distância e desejo
Mora em mim
Que eu deixo as portas sempre abertas
Onde ninguém vai te atirar
As mãos vazias nem pedras
Eu acredito nas besteiras
Que eu leio no jornal
Eu acredito no meu lado
Português, sentimental
Eu acredito em paixão e moinhos lindos
Mas a minha vida sempre brinca comigo
De porre em porre, vai me desmentindo
Será que eu sou medieval?
Baby, eu me acho um cara tão atual
Na moda da nova Idade Média
Na mídia da novidade média
